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The Bells of Notre Dame
Os Sons de Notre Dame
Compositor Alan Menken
Letra por Stephen Schwartz
Cantor Clopin
Claude Frollo
Arcediago
Coral (English National Opera Company)
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O Corcunda de Notre Dame - Os Sons de Notre Dame (Parte 1)

O Corcunda de Notre Dame - Os Sons de Notre Dame (Parte 1)


O Corcunda de Notre Dame - Os Sons de Notre Dame (Parte 2)

O Corcunda de Notre Dame - Os Sons de Notre Dame (Parte 2)


O Corcunda de Notre Dame - Os Sons de Notre Dame (Reprise)

O Corcunda de Notre Dame - Os Sons de Notre Dame (Reprise)

"Os Sons de Notre Dame" é a canção de abertura do filme da Disney de 1996, O Corcunda de Notre Dame, composta por Alan Menken e Stephen Schwartz. É cantada no início do filme pelo cigano saltimbanco Clopin.

A música detalha sobre a origem de Quasímodo. Durante sua execução, Clopin fala para as crianças sobre o misterioso sineiro de Notre Dame . Ele então fala sobre uma história que remonta a vinte anos, quando um grupo de ciganos tentaram atravessar o caminho em Paris, mas graças a uma armadilha, a maioria deles são capturados e levados para o Palácio da Justiça pelo juiz Claude Frollo e vários soldados para serem executado. Quando a mãe de Quasímodo entre ciganos é vista carregando algo dentro de um pano, um guarda tenta confiscá-lo, levando-a a fugir.

Frollo persegue-a como o seu cavalo, acreditando que ela roubou mercadorias, em uma perseguição brutal que vem à ta nos degraus da Catedral de Notre Dame. Onde, ele tira o embrulho do braço dela, mas, ao fazê-lo, dá um golpe na cabeça dela com a bota, fazendo-a cair sobre os degraus de pedra, quebrando o pescoço e a matando. Ele então descobre que o embrulho é na verdade um bebê deformado. Ele tenta jogá-lo dentro de um poço, pois ele acredita que é um demônio do inferno, mas é parado pelo Arcediago, que lhe diz que ele matou uma mulher inocente e que, se ele não deseja punição divina, ele deve poupar a criança e criar como "se fosse sua". Ele relutantemente faz isso e cria o bebê na torre do sino de Notre Dame e lhe dá "um nome cruel", Quasímodo, que, segundo Clopin, significa "meio-formado". É rapidamente revelado que Quasímodo é o misterioso sineiro.

LetraEditar

Coral: Olim, olim, Deus accelere
Hoc sæculum splendium
Accelere fiat venire olim

Clopin:Dobram os sinos, Paris despertou
ao soar de Notre Dame.
Já tem peixe fresco, o pão já assou
ao soar de Notre Dame.
Sinos grandes com sons trovejantes,
e pequenos com sons de oração.
Paris, são divinos os sons dos seus sinos,
os sons... Os sons de Notre Dame.

Ouçam! São lindos, não?
São tantos sons coloridos, tantas mudanças de timbre! Porque vocês sabem, eles não tocam sozinhos.

Fantoche de Clopin: Ah, não?
Clopin: Não, bobinho. Lá em cima, lá. Lá no alto no campanário vive o sineiro misterioso.

Quem é essa criatura ?
Fantoche de Clopin: Quem é?
Clopin: O que é ele?
Fantoche de Clopin: O quê?
Clopin: Como ele foi parar lá?
Fantoche de Clopin: Como?
Clopin: Quieto! Clopin vai lhes contar. É uma história... A história de um homem e um monstro.
Tudo começa na escuridão sob o cais em Notre Dame.
Pai de Quasímodo: Faça ele se calar!
Cigano: Vão nos descobrir!
Mãe de Quasímodo: Quieto, meu amor.
Clopin:Quatro ciganos em forte tensão sob o cais em Notre Dame.
Barqueiro: Paguem e entrarão a salvo em Paris.
Clopin: Mas alguém emboscou os ciganos que tremeram ao ver esse alguém cuja alma é dura qual bronze que apura os sons...
Pai de Quasímodo: Juiz Claude Frollo!
Clopin: Os sons de Notre Dame.
Frollo, o juiz, mandou varrer o mal dali.
Ele viu pecado em cada ser, exceto em si.

Frollo: Levem essa gentalha cigana para o Palácio de Justiça.
Guarda: Você! O que esconde?
Frollo: Coisas roubadas, sem dúvida. Tirem dela!

Clopin: Ela fugiu.

Mãe de Quasímodo: Santuário! Por favor, dêem asilo!
Frollo: Um bebê? Ahh, um monstro!
Clopin: "Pare"! gritou o Arcediago.
Frollo: É uma alma profana. Vou mandá-la de volta ao lnferno, que é o seu lugar.

Arcediago: Sangue inocente você derramou nos degraus de Notre Dame.
Frollo: Ela fugiu. Fui atrás. Não sou culpado.
Arcediago: Das mãos da mãe a criança tomou nos degraus de Notre Dame.
Frollo: Tenho a consciência limpa.
Arcediago: Você pode até iludir-se, que não vai ter remorso amanhã. Mas não vai conseguir desviar nem fugir desse olhar... Profundo olhar de Notre Dame...
Apesar de Frollo ter nas mãos poder total, tal visão o fez tremer aos pés da catedral.

Frollo: E o que eu faço?
Arcediago: Cuide da criança e crie como se fosse sua.
Frollo: O quê? eu devo cuidar deste traste?
Está bem, mas que ele more com você na sua igreja.
Arcediago: Morar aqui? Onde?
Frollo: Qualquer lugar.
Que ele fique num lugar bem afastado assim...
No campanário talvez, e quem sabe Deus escreve
certo por linhas tortas. E talvez tal criatura possa um dia, enfim, servir a mim.

Clopin: E Frollo deu um nome cruel à criança, um nome que significa "meio-formado": QUASÍMODO.
Responda ao enigma assim que puder ao soar de Notre Dame. Quem é o monstro? E o homem quem é?
Dizem os sons, sons, sons, sons, sons
sons, sons, sons, sons de Notre Dame.

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